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The freewheeling

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Life can be so dull
Ja dizia a música q eu ouvia de tabela do meu irmão 
Não sei nem escrever sobre isso
Mas o refrão pode falar por mim...

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Repensar si mesmo é mais dificil do que imaginamos...
Por vezes eu acreditei que seria como uma pedra que rola com o vento e vai se desgastando com o atrito contra o solo até se tornar uma bela pedra polida, mas acho que estou mais para neve que ao rolar só cresce a acumula cada vez mais e mais materia.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Meu coração pesa uma tonelada e não cabe em meu peito.
Ele gela meu estômago e emudece minha fala.
Ele mexe com minha mente e faz minhas mãos tremerem de todo jeito.

Meu coração já foi de pedra.
Meu coração já foi de sangue
Meu coração já foi de dor.
Meu coração é de amor.

Ele não é muito complexo, só precisa de um pouco de atenção
Meu coração é solitário, ele só quer manter a conversação.

Meu coração se acelera quando eu a encontro.
Meu coração quase explode quando tenho que me despedir.
Meu coração é bobo e me faz adolescente
Meu coração me dá frio na espinha e me faz ranger os dentes.

Meu coração quer falar e nunca mente.
Meu coração não tem medo de tudo que sente.

Meu coração sou, e eu sou ele
Meu coração bate...
Bate em mim
Bate, bate por mim.

Ah meu coração, meu coração....

domingo, 12 de fevereiro de 2017

  Acho que passei minha vida inteira tentando colocar em palavras aquilo que meus olhos viam. Uma necessidade incansável de retratar o que as experiencias sinestésicas, físicas e emocionais me causavam. É uma tarefa muito árdua, narrar e descrever tudo isso e fazer com que quem leia sinta da mesma forma que você. "Ser" por si só é um ato solitário, apesar de sempre querermos e precisarmos de alguém segurando nossa mão, "ser" não é assim.
  Hoje percebo que somos como um barco em alto mar, por vezes velejamos para longe, por vezes para perto, as vezes nos perdemos em tempestades ou até mesmo em nossas próprias rotas. Podemos estar ancorados, ou quem sabe atracados em algum cais por ai. Alguns naufragam, já outros tem uma existência plena e se aposentam por velhice. O sal do mar nos corroí o casco e os avanços dos tempos fazem nossos aparatos, tecnologia e saberes coisas do passado, podemos tentar nos atualizar, mas cada vez se torna uma tarefa mais difícil.
  Gostaria que minha existência fosse tão física quanto um barco, retrata-la seria muito mais simples. Mas é diferente, a existência é algo intangível, invisível, impalpável. Buscar sentido nisso tudo é muito difícil também, nos dias atribulados reclamamos de muitas tarefas, já aos domingos quando podemos aproveitar o dia e assistir ao entardecer em paz, reclamamos do marasmo de viver.
  As ideias estão perdendo o sentido por aqui, vou encerrar e dormir. Até logo.